País
Cascais investe em instalações para GNR que traz duplicação dos efetivos e força tática de intervenção rápida
A Câmara de Cascais revelou ter assinado um protocolo de cooperação com a Guarda Nacional Republicana (GNR) para a construção de novas instalações do Destacamento de Intervenção de Lisboa, em Alcabideche, atualmente instalado em Mem Martins, concelho de Sintra.
Segundo uma nota da autarquia, o investimento permite “dotar o concelho de uma força tática de intervenção rápida” para “cenários de maior exigência operacional” e permitirá duplicar o número de efetivos da GNR.
Autarquia de Cascais revela que o investimento está estimado “em cerca de três milhões de euros”.
“Este investimento permitirá praticamente duplicar o número de efetivos da GNR e, assim, reforçar a capacidade de resposta no concelho”, afirmou o presidente da Câmara de Cascais, Nuno Piteira Lopes (PSD), citado na nota.
As instalações do Subdestacamento Territorial de Sintra da GNR, junto à estação ferroviária de Sintra, também se encontram em obras de reabilitação e ampliação, com o apoio da autarquia sintrense em mais de 780 mil euros.
Autarquia de Cascais revela que o investimento está estimado “em cerca de três milhões de euros”.
“Este investimento permitirá praticamente duplicar o número de efetivos da GNR e, assim, reforçar a capacidade de resposta no concelho”, afirmou o presidente da Câmara de Cascais, Nuno Piteira Lopes (PSD), citado na nota.
O protocolo, conforme adiantou à Lusa fonte oficial da GNR, destina-se à construção de um edifício, no complexo do Subdestacamento Territorial de Alcabideche, onde também está instalada a Direção de Investigação Criminal, para receber o Destacamento de Intervenção de Lisboa, com atividade nos concelhos de Cascais e Sintra, atualmente sem condições numa garagem de uma praceta em Mem Martins.
“Perante a insuficiência de investimento do Estado central, o município tem vindo a reforçar meios técnicos, infraestruturas e condições para as forças de segurança”, acrescentou a autarquia.
O comandante do Comando Territorial de Lisboa da GNR, coronel João Clara da Fonseca, também citado na nota, sublinhou tratar-se de “um processo onde todos ganham, mas acima de tudo ganha o cidadão”.